A noiva veste-se de branco porque assim o faziam os romanos nos dias
sagrados.
Tradicionalmente, a noiva usa um véu que cobre seu rosto porque antigamente
o costume era ocultar ao noivo a vista de sua futura esposa até a hora
do casamento e também porque significava submissão ao marido.
As flores de laranjeira são usadas porque os nossos antepassados consideravam
um talismã para assegurar uma família numerosa e felicidade nupcial.
O arroz que em alguns lugares se atira aos noivos, é um símbolo de prosperidade
e abundância.
O anel nupcial data do paganismo. Os homens primitivos usavam uma correia
estreita na cintura, com a qual amarravam a si e a noiva. Acreditavam
que o espírito do noivo entrava no corpo da noiva. Os egípcios relacionavam
o anel nupcial ou qualquer outro anel, com a eternidade. Portanto, o
seu uso nas cerimônias significa que os dois personagens se unem para
sempre. Através das diferentes épocas, os anéis de casamento têm sido
feitos de diversos materiais, desde o junco ao ferro, e usados em qualquer
mãos e dedos. As damas do tempo da rainha Isabel usavam o anel nupcial
do dedo polegar. O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda
parece ligado a uma crença antiga e errada de que este está ligado ao
coração por um nervo.
O beijo nupcial, que se pratica em alguns países, teve a sua origem
na época feudal. Significa uma homenagem que o noivo fazia à família
da noiva.
O costume do "bolo da noiva" veio da França. Conta-se que um cavalheiro
francês assistiu a um casamento inglês no qual o noivo e a noiva se
beijavam por cima de uma mesa cheia de doces. Voltado ao seu país, achou
mais interessante, em vez de montes de doces, um só bolo modelado e
confeitado.
A noiva atira o buquê para repartir com os convidados, num gesto generoso,
a sua felicidade
A lua de mel é também uma sobrevivência do casamento com rapto quando
o marido mantinha a sua "esposa seqüestrada" escondida, para evitar
que esta chamasse os parentes em seu auxílio.
Maria
Dantas